(Daniel Galera - Cordilheira)
1 de fevereiro de 2009
(Daniel Galera - Cordilheira)
24 de janeiro de 2009
Não precisa fazer sentido... apenas sinta!
"Pode ser que ... toda essa vulnerabilidade seja fruto de algo que se esconde dentro de mim.
Não posso negar, qualquer mistura de sentimentos com química me mostra aquilo que se esconde, voce ja notou isso??
O engraçado é tapar e enxergar, é sentir e segurar, é se soltar e não ter freios. Voce ja se sentiu sem limites?
Fundamental e sem perder a essencia, por mais que tudo se misture, sente que nada mudou. Já no balcão... - Mais uma dose por favor, e traga flores!
Passa rápido.
Aproveitar enquanto não amanhece, enquanto não viro abóbora. Pq tenho necessidade da noite, assim como as plantas do dia."
(Kah Magalhães - mais uma dose 08/2008)
Não posso negar, qualquer mistura de sentimentos com química me mostra aquilo que se esconde, voce ja notou isso??
O engraçado é tapar e enxergar, é sentir e segurar, é se soltar e não ter freios. Voce ja se sentiu sem limites?
Fundamental e sem perder a essencia, por mais que tudo se misture, sente que nada mudou. Já no balcão... - Mais uma dose por favor, e traga flores!
Passa rápido.
Aproveitar enquanto não amanhece, enquanto não viro abóbora. Pq tenho necessidade da noite, assim como as plantas do dia."
(Kah Magalhães - mais uma dose 08/2008)

"Quando não estou no pêndulo insuportável de devorar ou vomitar, tenho meus minutos de contemplação. As coisas lá, eu aqui. As coisas lá. Eu aqui.
E quando entendo que posso gostar de cinema sem ver filmes o tempo todo, e gostar de sumir sem fazer sexo ou dormir o tempo todo, e gostar de livros sem ler o tempo todo e amar alguém sem estar com ele o tempo todo, entendo o mais maravilhoso de tudo: que eu posso ser eu sem falar nisso o tempo todo.
E fim de papo."
E quando entendo que posso gostar de cinema sem ver filmes o tempo todo, e gostar de sumir sem fazer sexo ou dormir o tempo todo, e gostar de livros sem ler o tempo todo e amar alguém sem estar com ele o tempo todo, entendo o mais maravilhoso de tudo: que eu posso ser eu sem falar nisso o tempo todo.
E fim de papo."
(Tati Bernardi - As coisas lá 01/2009 )
7 de outubro de 2008
As Cores do Meu Dia Sem Cor

Bom dia, odeio o barulho do despertador.
Bom dia, odeio passarinho na janela.
Bom dia, odeio sol na planta.
Bom dia, odeio o modo como você diz: - Olá!
Bom dia, odeio saber que o ódio passa e eu fico aqui com o bom dia.
Passado. Nada. Vago. O arco-íris. Cores, ah as cores!
Ontem fui em um lugar que me traz boas lembranças, queria voltar no tempo. e voltei. Lá eu estava na companhia de um vira lata de um olho só. Ele aparentava ser saudável, mas não saia do lugar. Me coloquei no lugar daquele vira lata, na sargeta, sozinha, pensando, depois parei olhei o posto de gasolina. Tinha aquele boneco, tão vazio e tão cheio de vento e como eu já sabia com aquele sorriso irônico. Pobre cachorro. Pobre boneco. Pobre ciclo. Pobre sarjeta.
Come os vermes ou vomita? Fingir de morta ou brincar pra sempre? São dúvidas.
Meu céu está nublado. Onde estão as cores? Cadê o arco-íris? Ah, bom dia! Eu sou o gosto seco de Jack.
Lava o rosto. Encanto ainda rima com enquanto. Sempre vai rimar.
Quantas vezes assisti em silêncio contemplares meus erros. E, ah sim! Foram erros, mas erros muito bem sucedidos, convenhamos.
Por favor, mais uma dose!
E errar é uma arte. Para alguns uma frivolidade da inconseqüência, para outros, filosofia de vida. E foram "senhores erros", embora não o suficientes.
Errando. Caminhando. Vivendo.
Ah, o amargo gosto da vida com o prazer insano de viver.
( sem cor 05/2007)
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